Ela é tão quieta. Mas não que ela queira. Forçaram-na a isso. Esconder seus sentimentos. Esconder tudo o que sentia. Ela estava tão mal, que nem sorrir sorria, e ela era quase a rainha dos sorrios falsos.. Mas agora, ela não era nada. Nada. Mas mesmo assim, ela continuava a fingir estar bem. Mas como se alguém se importasse. Seus “estou bem” estavam tão falsos que até um rato perceberia que ela não estava bem, mas ninguém se importava mesmo. Por que se importa não é? Quem estava mal era ela. A cada hora ela se sentia mais um pouco de nada. Pobre menina.. Ela deu um pequeno suspiro. Um suspiro tão alto e cansado. Então ela teve que recorer a algo. Ela não sabia o que. Foi então que conheceu a musica. Ah grande deusa musica. E então todos os dias, ela dizia: Obrigada, musica. Obrigada por dizer com melodias, o que não consigo dizer com palavras. Obrigada. Obrigada por me escutar quando ninguém mais queria. Obrigada por me fazer sentir melhor. E acima de tudo, obrigada por não me fazer me sentir mais como só uma no mundo.
domingo, 18 de março de 2012
[…] Sabe… faz tempo que descobri: não quero uma vida de contos de fadas. Não quero uma vida perfeita, com belos vestidos rodados e com belos príncipes encantados esperando-me em um cavalo branco.
E pode pensar no por quê? Um conto de fadas sempre tem um “fim”. Mas algo bom nunca deve terminar, deve? Algo realmente aproveitoso deveria continuar e se estender pelo futuro sem qualquer “e viveram felizes para sempre, fim!”. Além do mais, contos de fadas aplicam a ideia de perfeição, coisa que nunca existirá. E se existisse, pode imaginar o quão decepcionante seria?
A perfeição é algo que fica em nossos mais complexos desejos ocultos. Porque é exatamente isso: apenas um desejo, ou um capricho. E depois de algum tempo, os caprichos se tornam rotina, o que é totalmente chato.
Então… deixemos os contos de fadas nos livros infantis que lemos e crescemos querendo viver.
E pode pensar no por quê? Um conto de fadas sempre tem um “fim”. Mas algo bom nunca deve terminar, deve? Algo realmente aproveitoso deveria continuar e se estender pelo futuro sem qualquer “e viveram felizes para sempre, fim!”. Além do mais, contos de fadas aplicam a ideia de perfeição, coisa que nunca existirá. E se existisse, pode imaginar o quão decepcionante seria?A perfeição é algo que fica em nossos mais complexos desejos ocultos. Porque é exatamente isso: apenas um desejo, ou um capricho. E depois de algum tempo, os caprichos se tornam rotina, o que é totalmente chato.
Então… deixemos os contos de fadas nos livros infantis que lemos e crescemos querendo viver.
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